quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Isso é grave...




...muito grave...




...pelo menos era pra ser.

Preparem-se para ser impressionados ao ponto de dormirem em pé: conheçam o subwoofer de punho.

É, parece uma idéia imbecil saída da cabeça de algum espertinho num kickstarter da vida.... porém há embasamento pra existência do produto.

Antes de explicar como funciona, irei ensinar uma experiência que só que possui um diapasão poderá executar, ou seja, quase ninguém daqui. Pressione base da mão (logo após o punho) contra seu ouvido e bata um diapasão numa superfície dura, e enquanto ele vibra, encoste a bolinha do diapasão no cotovelo, então você escutará a freqüência da peça ressoando pelos ossos de seu braço.

Pra quem não sabia o que era um diapasão, É ISSO SEU PULHA!

Explicado esse princípio de transmissão de som via ossos, poderemos ver então o aparelho mais decepcionante dos últimos tempos: o Basslet.


Esperamos ouvir os graves principalmente sentindo-os pulsar por todos os objetos à volta (é o que esse tipo de freqüência faz), dando "corpo" pro som. Agora essa merdinha aí da foto apenas vibra conforme a música e você sente basicamente a... vibração....

É isso, é um vibrador de pulso.

Nessas freqüências graves estão também embutidas nuances sobra a música, não apenas uma vibração simples, algo que o Basslet não consegue fazer. Se der sorte, sua mão terá um orgasmo

Pequeno, mas com a delicadeza de um búfalo tentando tocar o cello....

A proposta mesmo não parece convencer como um subwoofer, mas sim um gadget pra aumentar a "imersão" ao ouvir música. Algo que não me convenceria masturbando meu punho... assim como não convenceu esse cara:



Com uma meta de €50.000 no Kickstarter, o Basslet já havia arrecadado €600.000, e agora custam duzentas doletas. "Reviews" de "renomados sites de tecnologia" - estranhamente não o Gizmodo - como o Engadget e TechCrunch haviam se impressionado com a performance do aparelho, mas o TechCrunch mesmo nos dá a dádiva da dúvida sobre o gadget, apesar dos elogios.

Em suma: é uma porcaria cara que após ver inúmeros reviews divide quem usou em dois públicos: os que sabem escutar música e os que só querem onanismo manual (é, redundante, eu sei...).






quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Nazistas bonzinhos



Socar um facista é ok? E um nazista? e Sua Mãe™?
Um programador de jogos chamado Ramsey Nasser (como se isso importasse) resolveu transformar o grande clássico de atirar em nazistas indiscriminadamente em um jogo de "diálogo 3D".

 

 
- Ok, com mil bucetas, o que é isso? - você pergunta.


É o Wolfenstein 3D que crescemos jogando e aprendendo que nazista bom é nazista morto, só que ao invés de mirar-atirar-ir ao próximo alvo, uma caixa de diálogo aparece perguntando: "É OK atirar em nazistas?"


Boooring.....

Esse foi um protesto contra a "direita alternativa" que vem insurgindo da Europa, que é uma "direita pacífica", uma "direita de família", que apenas defende uma pacífica e silenciosa limpeza étnica tradicional..... tipo aquela faxina de final de ano onde você se livra da tralha inútil e se sente bem melhor...


Se você quiser jogar essa maravilha da tecnologia retrô politicamente correta, ei-lo. É possível também baixar o jogo e tê-lo pra sempre perto de vosso coração (ou drive c, que é a mesma coisa).


Post Scriptum: o jogo é chato para cara-leo.


Estamos contratando




Levar esse Lyxo™ de blog nas costas pode não parecer, mas dá trabalho e não ganho nada com isso.
Mas que me divirto para cara-leo, me divirto. Mas pra conseguir desbancar "um site com milhares de visualizações diárias" e criarmos um "espaço seguro" pra nossa comunidade sozinho não dá. A quantidade do meu trabalho (no emprego) aumentou exponencialmente.


Vejamos a F451: pelo menos três pessoas "escrevem" o que será publicado - e no mínimo nada é revisado - no G1zmorto. E saem pelo menos umas três publicações diárias, em tempos ruins.
Já chegamos a fazer isso no princípio, mas durante o trabalho e à noite, tomando muito do tempo que tínhamos pro ganha-pão. Na F451 as pessoas ganham pra fazer aquela merda.

Blogar é difícil... e também fácil...... porra cara, não sei mais nada.....

Então aqui vai uma proposta: uma vez por semana irei publicar um post de algum colaborador, pois além de estar foda ter post sobre algo interessante todo dia, também preciso variar os pontos de vista. Afinal o legal de blogar é transmitir informação com diferentes pontos de vista, pra abrir a mente, não apenas massacrá-la num "veículo imparcial que é dono da verdade".

Não quero passar por cima de nenhum dos nossos colegas com ótimos blogs (Raposão, Monkey e Malcriado), mas sim aumentar nosso alcance e sermos ouvidos pelos "grandes". E mesmo assim, fodam-se, pois são e sempre serão uns vendidos da porra....

Interessados poderão entrar em contato pelo Hangouts (sou dificílimo de ser encontrado) ou pelo email na lateral do blog.

Hail ODZ!


Samsung deu bola dentro com a bola fora




O Galáxia Nota "C4" Sete™ pode ter sido um fiasco (apenas por sua bateria), mas nos ensinou importantes lições:

- Nunca lance nada sem deixar que outros testem sua bateria;
- Nunca lance nada sem deixar que outros testem sua bateria;
- Nunca lance nada sem deixar que outros testem sua bateria;
- Apenas trabalho e nenhuma brincadeira fazem de Jack um garoto chato.


 

Essa Lymda Cagada™ da Samsung pode ter desencadeado algo bom afinal, o governo Piorcoreano™ culpou sem sombra de dúvida as baterias pros celulares-ackbar da marca resolverem virar autopipocas....

Vários aparelhos cedidos pela própria fabricante - apresentando aquecimento na bateria ou não - foram testados e a conclusão que tiraram foi de que os aparelhos em si são muito bons e não apresentaram nenhum problema, já suas baterias tinha a sanha de se transformarem em A Tocha Humana.



A partir de julho na Piorcoréia™ as baterias terão de ser exaustivamente testadas (ou até desejarem ir pra Terra do Tio Kim™), se aproximando com os testes de qualidade Nazoropa ou nos U.S. and A.
Mas não apenas afetará o antes da fabricação, mas também o depois, atualizando as regras pra recall e já previamente avisando as condições pra recall, mesmo que não haja um.

Viram só? Nem tudo virou merda - ou carvão - no caso das Munições Samsung™. É como sempre digo sobre o Trump: às vezes é preciso termos um Hitler pra lembrar das merdas que já ocorreram.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Houston....



...temos um problema.
A fonte de minha Lymda™ Olivetti Praxis 20 está falhando. Creio que soon logo terei resolvido o problema.

- Xácumigo chefe!

Lá pela hora do almoço vomitarei algo pra vocês ficarem felizes..... ou não....



Sent from Windows 10 Mobile



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Dia D



A manhã está chuvosa e fria na Normandia.
Meus companheiros estão em silêncio aguardando nervosos a chegada à costa. Estão passando um café ralo em meio às filas dentro do barco, as canecas surgindo em meio à fumaça de alguns cigarros que digladiam com a baixa temperatura.

Escutamos ao longe um aviso quase inaudível mas que todos sabem o que é: chegamos ao nosso destino. Ajeito minha Garand e quase enfio a baioneta no colega da frente. Deve ser o nervosismo, afinal, todos estamos com o coração saindo pela boca por causa da batalha que está por vir.
A água irrompe pelas comportas e alerta as duas filas apinhadas de garotos (garotos meus deus) que em sua maioria, não voltará para casa. A vista começa a acostumar com a luminosidade da manhã que nascera e então meus batimentos aumentam enquanto tateio em pleno ar, com água acima dos joelhos, e sigo as vozes de comando dos pelotões à terra firme. Chegamos.



Quando em solo firme, corremos em direção à barricadas de madeira dispostas aleatoriamente na praia, pois na neblina avistávamos os Panzer alemães com estranhos símbolos. "Estamos combatendo os nazistas errados?", disse o franzino novato que mal havia saído do ventre materno, limpando os grossos e embaçados óculos de aro negro, que lhe dava um ar ainda mais frágil, como um vaso à beira de uma mesa.

Projéteis começavam a surgir e zunir à nossa volta e as ruidosas máquinas germânicas pareciam gritar em uma língua obscura palavras de ordem para matar nossas almas, vi muitos em pânico caindo, porém, vi muito mais avançando. Estávamos os surpreendendo.




Junto à ofensiva, avisto os Sherman surgindo da água para auxiliar as tropas em terra, os Messerschidtt caíam como moscas. Arame e corpos de aliados misturados pela praia começavam a se transformar em nazistas e terra conforme avançávamos aos enormes paredões franceses.

Em um lampejo, uma enorme explosão vindoura de um bunker enche o local com fumaça e detritos, temporariamente nos cegando. Os alemães estão reagindo perigosamente, e olho a minha volta vários cadáveres estirados preguiçosamente enquanto a fumaça baixa. Estou só ali.

Avisto a abertura no bunker por onde uma provável bomba vinda de um avião entrara e sigo o mesmo destino, só que sem sua destrutiva índole. Ainda há energia correndo por suas moribundas veias, alimentando as já vacilantes lâmpadas nas paredes. Uma mesa com mapas e munição espalhada, caixas de madeira e uma garrafa de vinho pela metade observam inanimadamente o assustado soldado que ainda não havia largado seu rifle - sua provável única maneira de escapar do inferno que se achava.




Os sons de tiros, baterias antiaéreas e o roncar dos aviões ressoavam com propriedade nas grossas paredes de concreto do bunker nazista. Uma abertura feita à golpes de picareta chamara minha atenção e lá fui investigar. Um túnel escavado pela parede da estrutura - estranho lugar pra se fazê-lo -, porém muni-me de acovardada coragem e segui o túnel e suas piscantes e esparsas luzes até uma caverna enorme, onde a trilha sonora do combate praticamente não era escutada, apenas os estrondos mais fortes de explosões - "Espero que sejamos nós a provocá-las", pensei em um sussurro - e na parede oposta algo me chama a atenção de soslaio: uma enorme tocha e uma inscrição borrada por lama.

Naquele lado da caverna não havia ruído algum, parecia que fui transportado para outro lugar, distante da batalha. Mesmo com a iluminação da grande tocha não pude identificar o que havia escrito, então pus-me a virar meu cantil na sinuosa parede e lavei a lama que parecia ter sido aplicada por alguém em desespero. Algo revela-se e minha mente não consegue suportar a primeiro choque.

Uma inimaginável sensação de horror toma meu ser, porém logo percebo que aquilo poderia ser a vantagem aliada - talvez suficiente o bastante para vencermos a guerra.
Corri o caminho de volta ignorando quaisquer perigos que ficavam às minhas costas, arfava com a palavra "venceremos" muda em minha boca e ansioso para contar o que havia encontrado para alguém no comando. a volta para um dos barcos se tornara uma missão talvez mais difícil do que a própria guerra inteira - ao menos para mim naquela hora - e finalmente chego a uma das embarcações onde o comando tático estava. Sou levado por um soldado que me escorava em seu ombro até uma sala pequena, com uma enorme mesa, inúmeros mapas e alfinetes mil espetados, e charutos. Havia apenas um comandante lá - algo que achei estranho - mas que ouvira o que tinha a dizer com um entusiasmo assombroso.





O bunker e sua revelada entrada encontrava-se em um impecável breu em sua segunda sala, mesma tendo a primária invadida pela luz do sol - aquém do dia nubladíssimo - que parecia nos guiar até lá. Adentramos os recônditos do túnel que agora jazia morto e suspirava a cada relance das lanternas dos três soldados em suas paredes que pareciam fechar quanto mais avançávamos.
A adrenalina havia passado e sentia um frio avassalador na caverna. Frio e úmido demais. A chama da tocha cambaleava, apenas nos aguardando para partir. Os soldados avistaram a inscrição e sorriam animados e se entreolhando, o comandante tira seu  quepe e limpa algumas lágrimas que lhe turvavam a visão e recoloca cobertura com os olhos brilhando de esperança.

- Sim soldados! Hoje é o dia que poremos um fim nesses nazistas imundos! Venceremos hoje!

Acompanho de olhos muito abertos - como um cão prestes a receber uma recompensa - e lembro que assim que entrei pela segunda vez no bunker avistara uma câmera fotográfica. Me esgueirei no obscuro túnel de volta e repeti a manobra com a câmera em mãos. Pedi que iluminassem a parede da inscrição o melhor possível, porém as lanternas já estavam com apenas lascivas chamas, e que precisaríamos voltar logo para a luza antes que se apagassem, mas o momento havia de ser registrado para a posteridade - e para toda a humanidade - com o intuito de provar que aquela inscrição realmente fez mudar o mundo.



 
Já dei a dica de leve, sabem o que fazer. Por todo lugar e sem vergonha  de mostrar que fazemos parte de algo maior, e que lutamos por isso.

Feliz Y-Day atrasado! Que foi dia 28 de janeiro...

E sua origem.






quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

E achávamos que apenas o G1zmodoBR estava afundando...




Já nos deparamos no G1zmortoBR™ com absurdas e numerosas "matérias" (mal chupinhadas de vídeos do YouTube) com cobre, gadgets vintage (Techmoan e 8-Bit Guy) e desenhos que se mexiam quando pingávamos água neles.
E pra fazer justiça, iremos apresentar um Lymdo Post™ vindo diretamente das gringas, do site original que dá o nome ao antro de falta de noção de nossa antiga fonte de informação tecnológica e de acaloradas discussões que fora A Goyaba™.

Um canal do YouToba™ de desocupados com uma câmera de captura rápida apresentou esse incrível vídeo de uma salsicha sendo cortada por uma ratoeira em 147.000 quadros por segundo.


Pronto, é essa "matéria" que apresentaram no outrora baluarte das novidade de Tecnologia para pessoas pra gringo ver.... e sim, citaram que o acidente poderia ser GENITAL.
Não me admira aquele buraco indo pro site.


É isso, hoje estou como o G1zmofo, sem idéias e vontade de "trabalhar". Tive o mesmo trabalho do que eles pra mostrar algo "que dá milhares de views" enquanto o cérebro do ser vivo que dá visualização (porque não tem adblockers ou o Ghostery) definha em pânico.

Porém esse tipo de postagem lá fora pertence a um braço do Gizmodo original chamado Sploid, um site de besteirinhas do Gawker (tipo o Laughing Squid) que fechou em 2006 (por que será?) que fora incorporado ao GizUS pra justificar esse tipo de perda de tempo pra quem realmente quer saber de algo relevante. Se quiser ver merda vou no 9Gag... onde o Casey Chan é editor-chefe e o Jesus Diaz (he lives!) é o co fundador dessa ressurreição... imaginem a merda....


Marquem bem essas caras....

Chuta o que aconteceu em 2015 com um site de leviandades nerds genéricas, o io9? Fundiu-se com quem?
Arrrááá!!! Com ele! O Gawker acabou com o Gizmodo.
Eis que a "fundadora" do io9 é nada mais nada menos do que um cosplay de Irmãos Wachowsky, um traveco ativista. Quem auxiliou na TRANSição foi uma qualquer de cabelo colorido.





Então não resta muitas dúvidas do que aconteceu por lá. O excesso de pseudoprogesterona, fusões com sites menores e um golpe muito bem bolado por um cara que não saía do armário causaram a morte do Gizmodo. O UOL foi apenas um efeito colateral.
Pensando comigo mesmo, chega a ser realmente triste o que aconteceu e refletiu no GizBR que gostávamos tanto. Por mais que irritemos o Burgos ou o Ghedim (dighedim dighedim), ainda havia argumentos por lá.... já na Nadjada Era, o processo de bichificação do site foi muito rápido...

...pra quem não queria escrever nada hoje, até que rendeu algo.... espero que tenham gostado (ou não) do que descobriram hoje!