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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Resumo da Zoeyra 030




E pros mongolóides que ficaram chorando pelo Whatsapp (e pelos que ficaram repetindo sem parar sobre isso), desejo-lhes um grande, excessivo, lustroso e retumbante: FODA-SE. Acabou a semana....



- Algo obsceno é planejado pela coreana que mais lança celular por ano. Imagine ter um mordomo nu ao seu lado, lhe auxiliando nas tarefas do dia-a-dia. Isso mesmo, estou falando do assistente SemSunga!

- Hackers, hackers everywhere. Parece que criamos um problemão quando decidimos enfiar Internet nas Coisas, não?

- O Joãoponês que-escreve-um-roteiro-de-jogo-num-guardanapo-e-faz-sucesso-do-caralho que todos amam está pronto pra voltar à ativa. Ele sai de sua caixa-esconderijo e revela uma parceria com a fabricante do JogoEstação™.
Confira a matéria aqui )




Apreciem sem moderação.


 

 Anthrax - The Devil You Know (reparem no Portnoy enchendo o Benante)



 Dio - Caught in the middle (live)






 Mr. Big - Burn (Deep Purple cover) (derretendo o cérebro nos solos)





 Saxon - Conquistador






 Queen - The Hitman






 Gamma Ray - The Lonesome Stranger


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Gang do Lixo


Já comeram hoje? Se não, peguem seus sanduíches com bastante maionese e recheio indefinido, pois mostraremos algo deliciosamente asqueroso e que fez parte da infância de muita gente por aqui!
Nada mais apropriado para um Blog Lixo™!


Essa molecada nojenta era um puta sucesso no final dos anos 80/começo dos 90 por aqui, e pra não falar, uma puta Zoeyra™ com aquelas bonequinhas desgraçadas de assustar todo o Satanásio™: as Repolhinho!

Foi meu sonho de consumo por três dias, até Sua Mãe™ se cansar de tanto sexo e me comprar o álbum...
Álbum cobiçado por todos, foi um sucesso no país inteiro. Se viam figurinhas grudadas em todo lugar, em orelhões (quiéisso?), caixas de correios (as mailboxes do email), no cachorro, na careca do vovô, no ônibus, na Sua Mãe™....
Tchurminha nojenta que abusava de trocadilhos infames com seus nomes, como Décio Ralo, ou Rita Ruga, extremamente gráfica (ô termo gringo pegando aqui....) e polêmica, pois não parecia ser nada recomendada pra garotada (Cigarrinhos de chocolate Pan, sei...) pela violência de muitas figuras.
Lembro de nem poder levar pra escola...


Criados pelo cartunista ganhador do Prêmio Pullitzer em 1992, Art Spielgeman (amigão do Will Eisner), os Garbage Pail Kids foram imediatamente bem aceitos nos EUA em 1985, e por lá também geraram muito quiprocó quanto ao conteúdo bizarro apresentado, e foram processados por se parecer demais com a origem da paródia, os Cabbage Patch Kids (aqui na Banânia, Repolhinho), e em 1988 foram obrigados a mudar o visual.
                 




                                        

Genial demais (clique para abrir as imagens e vomitar)


Não só de figurinhas viveu a Gang do Lixo. Um filme lançado em 1987 também foi produzido, para Deleite Derramado do fãs (não pude resistir...) fora também indicado para o Framboesa de Ouro por "Pior Estréia", "Pior Trilha Sonora", "Piores efeitos especiais" e "Pior Filme" no Prêmio Stinker de Piores Filmes.


E também ocorreu (e, ocorreu mesmo, porque me parece ser tão ruim quanto o filme...) um desenho animado com TREZE episódios dos Garbage Pail Kids, com uma dubladora que fez até trabalhos no jogo Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Family Guy, Futurama e na animação original dos X-Men.


Ainda há um filme (sem sinopse ainda) sendo produzido (também sem data para o lançamento). Mas sinceramente, fico com as porcarias originais, pois são bem mais interessantes do que essas merdas vintage-hipster ressuscitadas hoje em dia.


Se alguém tiver algo mais pra acrescentar, vá ao banheiro...



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O diabo veste penas



Indo pra lugar mais pro interior, uma vez há uns anos, comi "aquela" galinha. Aquela comidinha gordurosa e saborosa de interior.



Achei que se mal fizesse na mesma noite ou no dia seguinte, o demônio me visitaria, mas seria rápido e ligeiro. Ahãm... pra quê???? Foram os mais longos 4 dias sem cagar da minha vida.
Me lembrava dos congestionamentos de São Paulo que via pela televisão sempre que se mostrava a cidade. Aliás, no Rio geralmente é tiro/tráfico/ônibus queimado e morte.... mas voltando a curta história de meus longos dias de sofrimento ... 

Lá estava eu, nos que foram os dias mais longos de minha vida, mais ainda que na semana quando ouvi a quase afirmação de fim do mundo da frase "acho que tô grávida".

Tá grávida? É mesmo?
A cada acelerada na marcha lesma do expresso bosta no intestino sem fim, já mais parecendo encomenda vindo do exterior pro Brasil e do Brasil pelos correios pra algum lugar próximo da Terra do Nunca, após algum passeio mais longo que de qualquer turista viajando pelo país e depois minha humilde residência, totalmente angustiado.

Lá estava eu, aflito, pensando em beber laxante da boca da garrafa, em suicídio moral de minha nobre consciência de macho (aham...) em pensar até em supositório, ou até em engolir alguns pra evitar minha emasculação e até agilizar o efeito. Até em pensar em fazer um shake com Activia de ameixa.

Lá estava eu, e o efeito esquisito de ter algo dentro de mim que parecia a cruza de um paralelepípedo com uma tartaruga, tamanho era o medo do tamanho do tijolo que ironicamente não queria atravessar a minúscula válvula de escape de minha panela de pressão.

A Minúscula válvula do Marionaopergunte
Nestes quatro dias até tive pena da galinha, que com diminuta ferramenta de trabalho, tinha quase (exatamente) um parto ao cuspir o ovo frito nosso de cada dia.
Já pensando no sufoco da cobra pra cagar a carcaça de antílope que ela havia engolido, e a puta da galinha eu não havia comido inteira pra tamanha agonia. 
Estava achando que tinham temperado a galinha com Cimentcola Quartzolit.

...é pra dar liga...
Ao fim do quarto dia já nem lembrava se era o quarto, se era o quinto dia. Só tinha esperança de manter o cú no lugar pra parir o tijolo, ou não perder as pregas pra instrumentos cirúrgicos em um centro hospitalar.
Pra minha salvação não saiu quele tijolo seco da gruta perdida no Nuncaseviuquistão.
Mas ao parir aquele submarino, após um tempo e esforço tremendo e quase que literalmente empurrar o trem até o fim dos trilhos pra chegar na estação brioco, já pensava que aquela devia ser uma galinha preta, que fugiu da macumba, que pulou a cerca pro terreno da boa velhinha e conjurou uma puta de uma maldição antes de ser decapitada pra virar a alegria da família naquele almoço de fim de semana. A maldição rogada por esta quenga devia ser "sentir o que era o trabalho de fazer, sentir e parir um ovo", ou o dia a dia da galinha.


Finalmente botei o submarino pra passear
Maldita seja aquela galinha, até hoje me vingo comendo suas primas... 

Nem no dia em que comi pimenta velha, ou no dia que exagerei no composto e fui pro vaso pensando em lançamento de foguete da Nasa, sofri tanta angústia. Nunca fiquei tão ansioso em cagar ou até me cagar todo pra me livrar daquele troço, daquele demônio, daquele encosto, que pra piorar tava encostado em algum km do meu intestino em vez de seguir viagem.

Depois dessa cagada, foi embora a angústia, o peso na consciência. Aliviou até a alma.
Se eu morresse de exaustão, estaria a caminho do paraíso.




Por: Marionãopergunte