Um de nós conseguiu colocar as mãos no console (consolE) da Nintendo, e fez uma postagem em seu blog (já devidamente adicionado à nossa direita), e o reproduzirei aqui no ODZ.
Tô me sentindo uma criança em uma manhã de Natal! Chegou adiantado o Nintendo Switch.
O console realmente é robusto, estava vendo bastante reviews e tudo se confirma. Os Joy-Con's são muito confortáveis e tudo nele parece bem firme e com plásticos de alta qualidade, acho por exemplo alguns botões do 3DS muito soltos se você balançar ele fica dançando fazendo barulho, no Switch é tudo bem encaixado.
Vou compartilhar detalhes que eu estava curioso e não vi ninguém falando.
A saída da ventoinha fica na parte superior do console, ele aspira o ar por umas entradas na traseira do console, são duas entradas bem discretas.
Saída de ar superior.
As duas entradas de ar traseiras.
Outro detalhe que não vi ninguém falando é como ele encaixa tão fácil no dock pra TV. ele tem um um trilho no centro e o USB-C só fica exposto se descer uma proteção de plastico móvel, explico aqui no vídeo:
Outro detalhe é que o Joy-Con da direita veio com menos bateria que o da esquerda, talvez ele consome mais energia por ter mais sensores? Por hora é isso que posso compartilhar, não fiz unboxing pois o da Nintendo já mostra tudo no detalhe:
Depois eu pego o Zelda pr poder falar sobre autonomia e se ele esquenta muito, gráficos e performance diferentes nos modos portátil e no dock pra TV. Hoje à meia noite (encarnarei o seu cadáver) vou ver se vale pegar algum jogo
Muitos estão ansiosos pelo Nintendo Switch, mesmo em seu lançamento ser parco em jogos. Mas existem pessoas que estão famintos por isso. Segundo rumores nas Interwebs, as pessoas andaram lambendo os pequenos cartões dos jogos do console e afirmaram que o sabor é horrível. É uma porra de pedaço de plástico (não um plástico de pedaço de porra), não é pra ser sabor churrasco ou cereja, mas sim para apenas proporcionar entretenimento eletrônico saudável e insípido.
Mas há um fundo de verdade nisso, pois há sim um sabor ruim no cartão, e não é no plástico mas na etiqueta do jogo.
E a Big N confirmou o fato, com o intuito do pequenino pedaço de plástico não ser atraente para os infantes que tentarem comer seu precioso Zelda. Fora adicionado Benzoato de Demônio Denatônio no selo, que conferir um gosto ocre ao objeto (algo semelhante quando Sua Família™ flatula na sala e você respira pela boca). Porém, não é um composto tóxico.
Aneurismo já está no terceiro e nem reclamou....
Não é novidade utilizar esse composto químico contra crianças. Produtos para passar nas unhas com o intuito de evitar a onicofagia.
E lá se vão as esperanças de jogos adultos no Switch......
Mas é APENAS no Switch, os jogos de outros consoles, podem lamber à vontade....
Socar um facista é ok? E um nazista? e Sua Mãe™? Um programador de jogos chamado Ramsey Nasser (como se isso importasse) resolveu transformar o grande clássico de atirar em nazistas indiscriminadamente em um jogo de "diálogo 3D".
- Ok, com mil bucetas, o que é isso? - você pergunta.
É o Wolfenstein 3D que crescemos jogando e aprendendo que nazista bom é nazista morto, só que ao invés de mirar-atirar-ir ao próximo alvo, uma caixa de diálogo aparece perguntando: "É OK atirar em nazistas?"
Boooring.....
Esse foi um protesto contra a "direita alternativa" que vem insurgindo da Europa, que é uma "direita pacífica", uma "direita de família", que apenas defende uma pacífica e silenciosa limpeza étnica tradicional..... tipo aquela faxina de final de ano onde você se livra da tralha inútil e se sente bem melhor...
Se você quiser jogar essa maravilha da tecnologia retrô politicamente correta, ei-lo. É possível também baixar o jogo e tê-lo pra sempre perto de vosso coração (ou drive c, que é a mesma coisa).
Anunciaram um jogo mobile oficial da banda que é o ícone (e pra não dizer o modelo) de como uma banda de Heavy Metal deve ser. Vamos ver né...
...pois o jogo lançado em 1999 era uma grande, maravilhosa e aponevrosa decepção (pra não falar que foi uma merda mesmo). Um rail shooter de fazer a mãe corar de vergonha, que passava pelas capas dos álbuns da banda (que original 01) e só mirar com o mouse pra atirar, que de vez em nunca fazia com que o pobre jogador (pobre nada, além de ter de possuir um computador, o jogo era caro na época, e que hoje é ABSURDO de caro) escolhesse o caminho a seguir....
Chorem, muito.... de vergonha...
O jogo vinha em um pack triplo, com CDs das trilhas e o asqueroso exemplo de como a arte 3D evoluiu muito hoje. Na época a turnê com o nome homônimo do jogo fora marcada pela volta de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda, para a salvação do Lord dos Universo™ e baixista do grupo: Steve Harris.
O líder da banda (Harris) e o ex-vocalista (Blaze Bayley - o injustiçado) divulgaram na época que o jogo era algo fantástico, e que nunca haviam visto nada tão incrível na vida (Stevie Wonder agrees). Provavelmente sejam ignorantes na área até hoje.
Graças à Shub-Niggurath Bruce e Adrian voltaram...
Após esta vergonhosa utilização do mascote da banda,Eddie The Head, em 2015, com o lançamento do último (já que todo mundo de bom tá morrendo, e pelo fato de Bruce Dickinson ter se recuperado de um câncer... sei lá....) disco da Donzela de Ferro (discão foda de ponta a ponta), foram lançados dois jogos para navegador.
Um deles de 2010 é shooter baseado em ficção científica no espaço (temas principal da capa do The Final Frontier - que original 02) e o outro é um jogo de plataforma muito bacana com a temática do clipe (que passa pelas capas dos discos - que original 03), que é gamer pra caralho (finalmente acertarem em cheio num vídeo) da música Speed of Light.
Com o advento dos jogos mobile, e da enraizada cultura gamer nas gerações vigentes e vindouras, a oportunidade não pôde ser deixada de lado. Anunciado esta semana, o jogo Iron Maiden: Legacy of The Beast para A Maçã da Besta™ e Blade Runner do Paraguai™ (cadê pro Janelas™ filhos da puta? Partiu Bluestacks!), um RPG que visita as artes e temas dos discos (que original 04) e que provavelmente será recheado de "pay-to-win" features no formato "free-to-play" (já vi que cagarão).
Porém o mais legal será reservado à trilha sonora, com inéditas gravações ao vivo da banda, modificadas para o jogo sob supervisão de Nosso Senhor Steve Harris™.
Desenvolvido pela Roadhouse Interactive (com alguns jogos por aí) e pela 50cc Games (que não descobri nenhum jogo sem ser o da banda, mas com ligações com diversos grupos musicais clássico e atuais), deve ser mais um caça níqueis que a banda vive lançando, como recentemente os fones de ouvido da Onkyo, camisetas, pôsteres ou papel higiênico (TUDO com a marca vende que nem água).
"Buy our pisswaßer beer too!"
Sou fã pra caralho da banda, mas duvido que dessa vez saia algo sério direcionado aos assíduos e apaixonados metalheads gamers, apenas mais do mesmo e pra ganharem um troco, já que nem têm grana pra se locomove... não, pera...
Esse ano Hideo Kojima, criador da série Metal Gear saiu da Konami ou foi gentilmente convidado a se retirar, não ficou claro o que aconteceu entre Kojima e a Konami apenas especulações do que pode ter acontecido.
Muitos fãs ficaram receosos com essa noticia, afinal Kojima é uma das grandes mentes por trás da indústria dos videogames, com a saída dele da Konami cancelaram um promissor jogo de survival horror que seria lançado, o Silent Hills, que seria produzido por Kojima em parceria com o Guillermo Del Toro.
Outra gostosa bela criação de Hideo Kojima
Kojima anunciou ontem em seu Twitter que o seu contrato com a Konami tinha finalmente terminado.
E nosso querido Hideo não perdeu tempo e já anunciou seu novo estúdio intitulado "Kojima Productions" em parceria com a Sony. Essa é uma ótima noticia para os gamers em geral talvez agora nosso querido japa Kojima consiga se soltar um pouco de Metal Gear para criar jogos tão espetaculares quanto.
O erotismo está presente em todas as formas de arte desde o principio da humanidade, e nos games não seria diferente. Presente desde a época do Atari, os jogos eróticos estão por ai fazendo a mão do joystick tremer. ( ͡° ͜ʖ ͡°) Vamos falar de clássicos primeiro. Na época do Atari onde a pornografia além de difícil de se conseguir para quem era menor de idade ainda valia moeda de troca, às vezes quem nunca trocou uma playboy por algo do seu interesse que descole a primeira página, e nesse época já existia jogos eróticos, como o caso de Beat 'Em and Eat 'Em, nesse jogo você controlava duas mulheres que deviam pegar o sêmen que vinha do telhado, simples assim sem nem pagar uma bebida antes. Nem cito Custer`s Revenge e X-Man do Atari, que já têm a fama bem conhecida.
Bizarro ou muito bizarro?
Com o avanço da tecnologia, os joguinhos safadinhos também foram evoluindo o último que eu vi foi The Guy Game para PS2 que era uma espécie de show do milhão só que ao invés de ganhar dinheiro você ganhava o direito de ver os peitos das moças [NSFW], mas esses são alguns casos no meio de muitos além de partes eróticas em jogos comuns como em God of War, onde você joga um minigame para que Kratos se de bem.
Não é fácil ser um deus da guerra e ter a obrigação de satisfazer Afrodite.
A Steam sempre foi muito rigorosa com a distribuição desse gênero de jogo na sua plataforma, até mesmo chegando a excluir um ou outro que foram um pouco além, mas parece que ela irá ceder pois foi noticiado o lançamento de um jogo erótico na Steam completamente sem censura.
Altos níveis de "errado" nesse jogo.
Intitulado Kindred Spirits on the Roof o jogo consiste em você salvar duas almas presas em uma escola, e para salvar as duas moças ambas devem fazer sexo para que suas almas descansem de seu eterno tormento. Esse enredo maravilhoso não poderia ter vindo de outro lugar se não o Japão, resta saber se a Steam vai permitir que ele seja lançado. Seria uma puta sacanagem, não?
Quem teve a adolescência/infância regada à computador nos anos 90 obviamente jogou o clássico da Lucas Arts (ahhh, Lucas Arts...). Quem não teve figura paterna, se espelhe na grosseria do protagonista, porque isso é jogo de macho.
Animação interativa com história baseada no Biker`s Pride e na tirania corporativa. Detalhe, não vou considerar nada como spoiler, porque mesmo conhecendo a trama, joguei três vezes e gostei de cada uma delas (DOS Box me chama NOVAMENTE....).
Até hoje acho um jogo bonitão...
O protagonista é Ben (Whatsisname) líder dos Polecats, gangue de motoqueiros (não motociclistas...) num mundo pós apocalíptico com a cara de Mad Max, que acaba por se relacionar com um velho (Malcolm Corley) que "atropela" na estrada e o descobre como ex-motoqueiro e dono da Corley Motors, a maior e a última fabricante de motos custom que já se viu.
O véio já foi da pá virada.
O vice-presidente da Corley Motors, Adrian Ripburguer (dublado por: Mark Hamill - se você não sabe quem é, MORRA!) contrata os Polecats para fazer a segurança do presidente da empresa (após Ben se foder numa emboscada e ser convencido docilmente) na reunião dos investidores. Mas sozinho e pra trás, corre contra o tempo pra impedir os planos de Ripburguer. No meio do vasto deserto (que é paisagem o tempo todo), encontra Maureen, mecânica que o auxilia na jornada.
O nome dela é Maureen
Ben não consegue chegar a tempo, e antes de morrer, o velho lhe revela os planos do vice-presidente de transformar a Corley Motors em uma fábrica de vans e que sua filha, revelada sendo Maureen, é a única herdeira da empresa. Aí é que começa a porradaria.
Soco.
Vários personagens memoráveis surgem no caminho, como o dono do salloon e o padre motoqueiro, pra ajudar, ou atrapalhar a cruzada do herói em recuperar a honra da última manufatura de seu motivo de viver: motos badass.
Pra variar, há desentendimentos entre Ben e Maureen, se resolvem, o vilão se fode, salvam os Polecats, a princesa, o Mario, Sua Mãe™ (e todo mundo fica feliz pra caralho). Todos no enterro do velho para homenagear o trabalho de uma vida e comemorar o estilo de vida de muitos.
Tudo regado ao Rock`n`Roll da banda The Gone Jackals (cuja primeira música até hoje acho uma das melhores) e da Cavalgada das Valquírias, de Wagner. Quem não o conhecer, joguem-no, pois é a A Experiência no estilo e nostalgia pura pra quem cresceu sonhando com kits multimídia e um IBM Aptiva.
Gráfico não faz jogo esse é um dos coros mais entoados pelos aficionados por jogos. E o que falar de um jogo unicamente feito em ASCII cujo o lema é: "Losing is fun!", apesar de ser pouco conhecido foi um dos jogos que inspirou a criação do famoso e infame Minecraft.
Sendo desenvolvido desde 2002 apenas por duas pessoas, Dwarf Fortress foge um pouco dos jogos convencionais principalmente no quesito gráficos, quando pensamos em um jogo apenas em ASCII a primeira coisa que vem na mente sem duvidas é de uma coisa porca e mal feita, mas não esse jogo. Por mais feio que seja é um dos mais se não o mais profundo no quesito história e sem dúvidas o mais difícil de todos.
Tela de erro do Windows? Não, esse é o Dwarf Fortress
Para começar a jogar você precisa criar um mundo, e além de escolher as opções básicas que teria em qualquer jogo desse estilo como tamanho, freqüência de minerais, etc, você também terá que escolher o quão velho é esse mundo e isso sem dúvidas é o que mais vai afetar o seu gameplay. Digamos que você escolha um mundo com um tempo médio de existência cerca de 250 anos, então o jogo irá criar milhares de pessoas, reinos, histórias, lugares, mitos, e tudo que um mundo medieval de fantasia teria. E você pode visualizar cada um desses detalhes um a um, desde o nascimento de um personagem até a sua morte, com que se casou, o que fez em vida, são diversas histórias diferentes pra cada personagem criado pelo jogo, nesse caso hipotético teríamos cerca de 303 mil eventos únicos para enriquecer a história por trás do seu mundo.
Isso é apenas sobre uma pessoa, você pode ler a descrição de todas as outras existentes no seu jogo.
Existem dois principais modos de jogo. Vamos começar com o mais usual e que dá nome ao jogo: o modo fortaleza. Esse modo consiste em você desenvolver uma fortaleza de anões que seja sustentável controlando cada um desses personagens individualmente ou definindo tarefas, e quando digo sustentável é em relação a tudo que precisará, desde quartos para os anões até cemitérios, lojas, armarias, salas comunais, tudo que sua imaginação puder dar vida no jogo.
O outro modo é o de aventura. Nele você controla apenas um personagem que pode visitar tudo que foi criado pelo jogo, e até mesmo as suas próprias criações. O que realmente chama atenção nesse jogo é a sua dificuldade pra ter uma noção foi lançado um manual de 248 páginas intitulado: "Getting Started with Dwarf Fortress". A profundidade do jogo é gigantesca e as possibilidades são praticamente infinitas, o único problema dele é que eu não sei como joga-lo.
Assim que eu me sinto quando tento joga-lo.
Além disso o jogo proporciona momentos épicos e engraçados como o caso que eu vou deixar nesse link, vale muito a pena ler, quem quiser conferir o jogo ele é grátis e pode ser baixado aqui.
Um estilo paradão de jogo que tem muitos fãs há muito tempo ao redor do mundo.
Jogos de exploração e puzzles têm uma intrínseca ligação, já que para avançar no jogo puzzles têm de ser resolvidos, e muitos deles bem cabeludos.
Começo aqui por um clássico do point`n`click: Myst, jogo de 1993 com o que eu achava na época fantástico em termos de visual. Com um sistema de navegação clicando nos cantos do cenário (mudando de ângulo de câmera num incrível fade) onde você é Stranger, um random guy que lê num livro sobre a ilha misteriosa de Myst, e que quando coloca a mão na última página, o lazarento te leva até a ilha.
É, até que convencia...
Fuçando no cenário descobre-se botões, alavancas e o escambau em puzzles difíceis pra cacete e que te fazem voltar o tempo todo pra pegar aquela peça marota que ficou em outro cenário. Mas recompensador pra quem tinha paciência.
Ah, que caralha esse jogo era....
E quem discordar do que direi agora, cale-se! Pois um jogo de exploração com uma porrada de puzzles, que resolveram de nomear de Survival Horror, foi um dos meus favoritos na época dos computadores só com o PC Speaker: o Alone in The Dark.
Em 1992, me cagava em jogar isso. A mistura de gráficos 3D com cenários em vários ângulos (haja .bmp!) era algo fabuloso e que enchia os olhos com essa dinâmica. Mas o melhor era ter de ficar procurando lampião, isqueiro, empurrar armário e eventualmente, enfrentar algum pobre polígono possuído por algum demônio.
O Demonho da Escadaria™
Agora voltando a tempos mais atuais, um jogo que me cativou por ter uma história até que safadeenha( ͡° ͜ʖ ͡°) é o Gone Home. Você joga em 1ª pessoa com Kaitlin Greenbriar, que chega de uma viagem após um ano e se depara com uma mensagem de sua irmã dizendo para não procurá-la. A casa está vazia e se pode interagir com praticamente todos os objetos da casa.
Interaja com.... bananas!
A tempestade lá fora é constante e dá um clima de suspense o tempo todo, principalmente pelo fato de ter a liberdade de ligar e desligar as luzes de todos os cômodos da enorme casa. Todos os objetos podem ser analisados, inclusive ligar e desligar aparelhos como o televisor, um toca discos e também dá pra utilizar uma fita num cassete player num quarto.
Empresta a Bic?
Aliás, a trilha sonora (quando se toca a fita em um player) é alternativa e punk noventona (o jogo se passa em 1995), com gravação tosca de propósito.
Conforme a exploração ocorre, são descobertos cartões postais, recados, cartas, fanzines e desenhos que desenvolvem uma narrativa envolvente e bem estruturada. Em suma: ande por uma casa enorme vazia numa tempestade, resolva uns puzzles, descubra segredos e faça parte da história contada. Um dos jogos mais interessantes que já joguei.
Spoiler: alguém não devolveu a fita do SNES...
E pra finalizar alguns dos jogos do gênero que eu (Todo-Foderoso dos Universo™) gostei, vem de um gênero que é também pura exploração: o RPG. Sim, agora cito o jogo com a imersão mais interessante de todos os tempos, o baluarte do apocalipse, o Janjão Botelho do Malcriado, a série Fallout!
Um jogaço ambientado num mundo pós-apocalíptico nos anos 50, que começou como um enorme RPG em turnos com uma história fantástica e recursos hilários e que muito bem poderiam fazer parte do mundo real, como a Nuka-Cola e radiação, que é um enorme mundo aberto à exploração.
Nada melhor do que se refrescar com uma Nuka-Cola após matar quatorze deathclaws
Jogo de 1997 com perspectiva isométrica com três edições dessa maneira e situações bizarras o tempo todo, que dão o tom de humor para a série. Os personagens, todos, têm personalidades marcantes e fazem parte de tramas que podem se desenvolver ou não, dependendo de sua vontade de explorar um vasto mundo quase deserto.
"Paredes de madeira", tudo se chamava "paredes de madeira"...
Os diálogos sempre fora shows à parte:
Mas com o passar do tempo, os gráficos também melhoraram e nos entregaram numa bandeja de prata, a imersão necessária para o jogo ficar completo. Jogos em 1ª pessoa sempre foram o meu fraco, RPGs são um ótimo modo de se perder a vida, junte isso a uma exploração num enorme sandbox com centenas de horas de diálogos, reações aleatórias e sidequests que não acabam mais.
As melhores interpretações de teste de manchas.
Com dois sistemas de batalha, a nova geração da franquia conquistou o público já existente do jogo e os novos, acostumados com batalhas frenéticas e ininterruptas dos atuais FPS.
Difíceis batalhas travadas com o sistema V.A.T.S. - Cuidado, uma barata. Tenha cautela.
As locações são reais, como Washington ou Las Vegas (New Vegas) com seus pontos turísticos (como a represa Hoover, o monumento a Washington, os cassinos, Boulder City dentre outros), com Vaults espalhadas por toda parte.
Sim, elas são pequenos mundos aquém da aridez e perigos do mundo que seguiu adiante, cada uma servindo de laboratório de testes. Os abrigos, robôs e toda as facilidades da tecnologia do mundo moderno foram criadas pela empresa Vault Tec, que é apenas uma paródia das grandes corporações e do experimentalismo nazista, como antagonismo para o American Way of Life prometido.
Algumas vozes do jogo foram feitas por alguns atores com uma certa fama, como Danny Trejo, Liam Neeson, Will Wheaton e vários outros não-tão-na-hype-de-Hollywood, transformando muitos dos personagens em figuras carismáticas que fazem você se apegar.
Liam Neeson, Seu Pai™
Esse é um jogo MUITO extenso, e possui MUITAS easter eggs e referências. Valeria uma série de postagens inteira, mas falar sobre o mesmo assunto fica chato pra caralho e temos mais o que fazer. Sugestões sobre o próximo ODZ Games? Só lati.... falar com a gente que atenderemos com o maior relaxo carinho e escracho dedicação.