- Phil Anselmo sempre foi um cuzão, e o metal sempre foi um poço de preconceito, não estaria na hora de quebrar o ciclo de impunidade dos imbecis que falam merda?
Nós conseguimos com sucesso desenvolver inúmeros tipos de humanos com autismo: comentaristas do Gizmodo, fãs de Lana Del Rey, blogueiros, presidantas e artistas do tradicionalíssimo ramo musical bananesco.
Mas a China sai na frente lançando um produto copiado descaradamente de nossos originais e com melhores (???) funcionalidades: o macaco autista.
Sim macacad... PESSOAL, para auxiliar no estudo de tratamento e talvez alguma possível cura (tá bom, é exagero), pesquisadores chineses inseriram genes relacionados ao autismo em símios pra ver o que acontece entender melhor essa condição com características muitas vezes, extremas.
Pois é, Mozart não fora diagnosticado, porém tinha comportamento típico de autistas.
As reações observadas foram semelhantes aos humanos com o transtorno: como movimentos repetitivos (votar no PT), ansiedade ("que horas começa a novela?") e interação social comprometida ("vou xingar muito no Face..." - lá vem o textão, cheio de paixã.... não, pera...). Os macacos são espécimes ideais para realizar o experimento, pois são os que mais se assemelham com os seres humanos inclusive em reações, como atirar fezes uns nos outros...
Mas nem tudo é negativo na doença, apesar de várias reações e interações com o mundo serem comprometidas, muitos talentos florescem como a matemática, computação, habilidade de contar cartas num baralho, falar loucuras em comentários, se candidatar à presidência entre muitos outros...
Tim Burton não precisava nem diagnosticar....
É uma oportunidade única aprender com os animais criados com autismo, principalmente para entender melhor (dissecando, abrindo, eletrocutando e extirpando de uma forma geral - evitando atrito com aqueles chatos dos Direitos Humanos) como funciona o transtorno, possibilitando talvez até a "edição" dos genes.
Os médicos disseram que tem, mas sabemos muito bem o que é...
Mas entramos também numa área que pelo menos aqui na Banânia, está se desenvolvendo de vento em popa: os Direitos dos Animais. Na China, tudo bem, Tio Mao™ deixou um bilhete dizendo que podia então o fazem, não existem ecochatos por lá reclamando do smog e da poluição da água. Fazem testes nos bichos que quiserem.
Sou contra os testes em animais, mas não pelos bichinhos, e sim pelo resultado final. Deveriam fazer testes diretamente em humanos, voluntários ou presidiários, drogados, políticos corruptos e fodam-se os Direitos Humanos. Assim cortaríamos o intermediário e economizaríamos em custos (se a pesquisa não funcionar nos animais) como o sistema carcerário, tratamento de viciados e em propinas políticas diversas.
"Essa canção vai para Kelvin de Canoas, de Joselhanye do Capão Redondo"
Algumas coisas na internet conseguem transformar o mundano em algo perturbador, é o caso de alguns vídeos estranhos que as vezes surgem na internet mas poucos são tão bem feitos e talvez até profundos como no caso de DHMIS (Don't hug me i'm scared).
Já tivemos caso de animações perturbadoras como o caso de Salad Fingers, mas eu acredito na minha humilde opinião (de merda) que DHMIS consegue ser mais perturbador, tudo parece normal como se fosse um programa infantil qualquer no estilo "vila sésamo" com bonecos e tudo muito colorido mas em um certo ponto do vídeo as coisas começam a ficar bizarras, bom veja você mesmo.
Caso não entenda inglês, basta ativar as legendas.
Esse primeiro episódio saiu em 2011 e a principio só teria esse mas o público queria mais, então foi lançada uma campanha no Kickstarter para que fosse financiado os próximos episódios da série, mas não foi uma campanha normal, afinal com tanta bizarrice não poderia ser algo normal foi lançado um vídeo para a campanha no estilo daqueles de sequestro por terroristas, onde o captor exigia dinheiro para que os personagens não sofressem as consequências.
Esse não achei com legenda, então foda-se se você não entender.
A campanha atingiu o que foi solicitado, ou melhor, exigido pelo terrorista e como prometido foram lançados mais 4 episódios, um para cada assunto diferente e todos no mesmo estilo "diferente" pra não dizer bizarro.
O primeiro a ser lançado fala sobre o tempo, mas não de uma maneira convencional e sim de um ponto de vista mais amplo sobre o assunto, existe muitas questões filosóficas sobre o tempo e esse vídeo abrange algumas delas, como por exemplo como ele pode ser destrutivo e não há como parar ou reverter as mudanças feitas pelo tempo.
O vídeo acima trata do tema amor, segundo algumas teorias o assunto abordado pelo episódio seria religião, pelo fato dos personagens adorarem o Rei do Amor e precisarem alimentá-lo se não ele fica irritado, e a promessa da mudança de vida mas para isso você precisa mudar de nome e fazer uma lavagem cerebral.
O quarto episódio trata sobre computadores e a internet, e lembra muito aqueles vídeos educativos dos anos mil novecentos e SuaMãe™ era jovem onde tentavam explicar para as crianças as maravilhas da informática, estranho que só se pode fazer 3 coisas na internet: Gráficos, estilo digital e dança digital.
O último episódio lançado foi sobre saúde, e como todos os outros o real tema do episódio não é bem esse, este ultimo episódio deixa mas evidente a teoria de que toda essa série bizarra na verdade trata-se sobre a mídia e como ela tem o pode de influenciar as pessoas, isso fica bem perceptível quando os fantoches dizem que as comidas boas são as "junk foods" e as saudáveis são as que fazem mal para o nosso corpo.
Fim de ânus está logo ali virando a esquina, e bem ali nessa esquina tem um velho barbudo com uma roupa estranha e um grande saco nas costas. Malditos mendigos...
- Ana Maria Braga o caralho, aqui é ODZ Receitas ensinando você a fazer merda.
- A Mágica™ empresa do Tio Prepúcio Steve Jobs sempre inovando, agora querem tirar a padronizada entrada P2 para diminuir um milímetro dos Ayphones™, tudo em nome da padronização só que ao contrário.
Já se perguntou o que acontece com suas redes sociais quando você morre? No Facebook é possível transformar a conta do falecido em um memorial, o Twitter remove a conta se assim solicitado por um parente do presunto. Pensando em tornar as bobagens que você posta eternas, o português Henrique Jorge criou o Eter9, a página consiste em uma espécie de "bot" que rouba sua personalidade enquanto vivo estuda como você age nas redes sociais e irá postar de acordo com o que ele aprendeu. Então se você se insscrever no Eter9 e continuar reclamando da Satanás Lady Dilma e por um infeliz acaso da vida vá comer grama pela raiz, é possível que seu bot passe o resto da vida, ou da morte, reclamando da nossa queryda presidAnta.
Spread your buttcheeks...
A rede criada pelo português tem uma página principal semelhante ao feed do Facebook, e um "córtex" que seria o seu perfil. Além disso, conta com robôs chamados "niners" que mantém seu nível de entrosamento na rede interagindo com seu "espelho virtual", mas ainda não esta claro que tipo de entorpecente Henrique havia usado quando resolveu criar essa página.
Necronomicon for dummies
Para que seu espelho virtual não fique pedindo nudes para todo mundo por ai, é possível conhecê-lo antes de você morrer e usá-lo para postar coisas quando você estiver offline, pra quem sabe assim ir calibrando o seu fantasma tecnológico. A página ainda esta em desenvolvimento e consegue apenas postar na própria página, Henrique estuda a possibilidade de estender essa funcionalidade para outras redes como o Facebook.
Carpe diem, enquanto pode.
Você pode conferir e se escrever diretamente na página do Eter9 aqui caso você queira ser eterno pelo menos no meio virtual.
A rede social Russa (só podia) VKontakte realizou um concurso pra lá de salutar: ganhar prêmios por tirar selfies com mortos. Um grupo na rede social fora criado para tal e cada foto recebia dois Euros. Não só selfies valiam, mas se seu amigão tirar sua foto ao lado do presunto, dinheiro na conta! Tudo com a desculpa que seria pra levantar defuntos fundos para os velórios.
Russos sendo russos...
A coisa complicou após uma foto duma adolescente morta um acidente ter parado no grupo. A família contatou a polícia e a mesma investiga que iniciou a brilhante idéia de se fotografar com cadáveres.
Ae vó, faz pose pra selfi.... tarde demais...
Apesar das investigações não terem sido concluídas, a polícia já possui um suspeito, o professor universitário de 28 na Ucrânia Alfred Polyakov, e já teve seu perfil devidamente bloqueado pela Nadja. Contatado pela polícia, o professor diz não ter nada de mal postar fotos de gente morta por aí e ainda termina dizendo que “a morte é o começo de uma nova vida”. Esse trolla até após a morte...