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terça-feira, 28 de março de 2017

Foda-se a criptografia do Whatsapp



O governo britânico quer que o Whatsapp tenha sua criptografia "quebrada" ou disponibilizada para eles, afim de "combater o terrorismo".


Quer combater o terrorismo? Permitam a Índia usar armar nucleares que o Oriente Médio estará beeeeeeem ocupado.....
Não que o islamismo seja a causa de todos os males, mas sim a mistureba religião/Estado/forças armadas que tanto gostam de fazer hoje em dia.... antes era uma religião como qualquer outra, com seus dogmas e massacres de quem discordava, numa época irracional....
Mas hoje vivemos na Era da Racionalidade, onde tudo é lógico.

</sarcasm>

O buraco é bem mais embaixo..... é uma idéia engessada que agora é concreta na filosofia "terrorista islâmica" (irlandês foi e basco pode ser até hoje - não é o caso desses): ocidental é herege porque não segue o Islã, portanto deve ser destruído.

Acho tão bonito quando as religiões pregam a destruição e o ódio, é poético e resume bem o que é. E após as invasões ocidentais para roubar todo o petróleo tentativas pacíficas de negociar recursos como o passar dos anos deram "errado" (sheiks e outros aiatolás que o digam - o lucro sempre foi deles), criaram uma cultura de que o Ocidente destruiu seu já muito seco deserto, portanto devem pagar.

Eis que algo preocupante (pro civilizado Mundo Ocidental) surge: o islamismo é a religião que mais cresce e que possui mais seguidores no mundo. É algo a se pensar (F.O.D.E.U.).
Mas por quê caralhos um "ocidental" vira um Muçulmano Maluco Explosivo™? Por causa do próprio ocidente, que enxerga o islamismo como um estereótipo de que todos são terroristas, vítimas do próprio preconceito.



Solução para o terrorismo: não há.

Não tem volta do ponto que tudo chegou e apenas tende a piorar. A culpa é da religião? É. A culpa é dos "governantes" no Oriente Médio? É. A culpa é das grandes empresas do Maligno Império Americano? É. E sem isso teríamos avançado tanto em várias áreas industriais? Não.
Pois é, é o preço a se pagar quanto ao progresso. Mas quem paga o pato mesmo? Nós.

Aí que os governos aparecem com "soluções" contra o terrorismo, com "estratégias de inteligência" para descobrir quem é terrorista e quem não é, se tornando uma faca de dois legumes.... uma belíssima ferramenta pro Grande Irmão, o sonho comunista que aterrorizava os "capitalistas" cuja função é amada por todos os governantes.




Pequenas "rebeldias" como a do Whatsapp ou Telegram, com a criptografia ponta-a-ponta são inaceitáveis para os grandes controladores de informação (ou governo, o que preferir). São "o perigo" e "obstrução de justiça". Mas aí vem: justiça não é a mesma coisa que leis.
Leis são meios para se obter justiça, e controle.

Nunca antes vivemos como ilhas individuais como somos hoje. Todo mundo tem idéias, todo mundo tem opinião. Todo mundo pasta do mesmo jeito de sempre, só que mais isolados - mesmo com a "proximidade" da Internet e outros meios de comunicação, como telefonia e código morse.
O problema é: todo mundo acha que é seu próprio governo, com suas armas nucleares e suas fronteiras, e foda-se o próximo. Nos tornamos egoístas demais pra enxergar os outros.

Agora essa cruzada se tornará o povo contra o governo.

De um lado é o governo, tentando controlar e conformar a massa pra facilitar a administração e diminuir os riscos de serem afetados. De outro está a população, que agora defende sua total privacidade e idéias individuais (mesmo que seja um mar de contradições). Não é Lymdo™ como um quer destruir ao outro?

Quem ganha? O terrorismo!

Não há solução mágica pro problema, é como fazer um vaso de cerâmica numa base rodando à 200rpm (nenhuma referência ao Paulo Ricardo, please). Fodeu, já era, é o fim da Civilização Moderna. Foi-se o ápice, agora é apenas a queda.

Não quero ser derrotista apocalíptico, mas essa fase do ciclo acabou, Babel está ruindo novamente e não há nada o que possamos fazer. É a Teoria do Caos agindo involuntariamente: a destruição para reconstrução.


Portanto, parem como o mimimi, pois quando se trata de foder a população o governo é profissional. E não há nada o que possamos fazer.

Pois é, isso era pra ser apenas um comentário no MeioBit, mas se tornou um post....


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

1994



Faz frio em Londres.

Saio logo cedo pra fila do pão. Acho que pelo fato das ruas estarem cobertas de neve haverão poucos gatos pingados por lá.

Ledo engano, tive de aguardar dobrando a esquina, e para voltar com um pão e meio - metade da ração de dois anos atrás (ou seriam três? As informações andam tão confusas quanto a passagem do tempo). Sorte que ainda tenho guardado há meses uma singela colher de café, para dias como esses, dias que me sinto estranhamente pensativo.

- Tenho de parecer apático. - sussurro a mim mesmo na tentativa de não ser pego por nenhuma das já escassas teletelas (que outrora eram infindáveis) que ainda nos espionavam incessantemente e detectavam com uma precisão nunca vista antes nossos momentos pensantes. Duplipensar mal parecia ser possível, tamanha apreensão gerada pela Polícia do Pensamento naqueles dias.

Fecho a porta rapidamente após lutar contra fortes lufadas de uma tempestade vindoura. O dia iria ser difícil sem aquecimento há semanas.
Sento à frente de um prato de estanho vazio e manchado e me ponho a serrar a metade de um dos pães enquanto aguardava o aquecedor elétrico (que na verdade era um fogão, mas apenas recebíamos 12V por poucas horas e em quase lugar nenhum da cidade) esquentar um copo d'água para fazer minha última porção de café. "Café da Oceania" ecoava em minhas lembranças, porém poderia jurar que antes vinha de outra localização.
Eurásia que fora nossa inimiga e aliada quase que diariamente, e disso tinha certeza, pois com símbolos cravados com um prego que mantinha embaixo da mesa registrava quem era o inimigo naquela semana.

"Lestásia fora mais aliada do que inimiga" - apenas em minha mente, sem esboçar reação quanto ao fato. Tive consciência desde muito jovem a questionar e guardar apenas para mim os fatos do dia-a-dia e "notícias" sobre a interminável guerra. A guerra é que nos mantinham civilizados, pelo menos era o que todos achavam.

A teletela entoava os tradicionais hinos patrióticos matutinos e anunciavam as vitórias e a vindoura fartura. Eram oito horas, e era a hora de desempenhar o meu papel como cidadão. Trabalhava no MiniVer.

“Guerra é Paz”  “Liberdade é Escravidão”  “Ignorância é Força”


Foram as palavras que mais li em minha vida, e que pararam há muito de fazer sentido. Mas havia de continuar a agir da maneira correta, da maneira segura, de ser conivente com o Grande Irmão e seu protecionismo incessante. Chegara ao Ministério da Verdade.
O pão já havia sido digerido e aguardava silenciosamente pelo mingau de aveia que provavelmente serviriam na cantina - como assim fora durante as duas últimas semanas - enquanto revisava as notícias do dia e o que seria "corrigido" e o que seria "armazenado" nos buracos de memória.

Eu sabia o que acontecia, mas era frio e calculista, condicionado a não transparecer nada. Quantas pessoas que conheci desapareceram ou foram vaporizadas por falar o que pensavam, ou por ter descoberto o que o Partido fazia com todos. Mas fui forte minha vida inteira e não permitia que não entrassem em minha mente.

Eis que recebo tal notícia a ser selecionada:


"Dados do Grande Irmão foram subtraídos por um gatuno que tentara obter resgate de tais dados. O suspeito já fora capturado e se considerou culpado por trair a filosofia do Partido e ao Grande Irmão"


Sabia que deveria suprimir tal comunicado, pois mostrava que o Partido era falho e inseguro. Deveria enviar a mensagem pelo buraco da memória correto, mas assim como numa história que ouvi falar há dez anos e que nunca mais fora repetida,  ignorei a existência do Grande Irmão e tudo o que representava. Me aproveitei da distância que a única teletela da sala ficava e inseri no tubo de vácuo de um colega - este que provavelmente veria mais uma vez ou duas na vida novamente - a mensagem com o vazamento das informações, da fragilidade do Partido.

Subversivo e censurador, o maior hipócrita e mentiroso dissimulado que poderia jamais ter pensado que existisse. Senti culpa na hora do almoço, enquanto devorávamos o cada vez mais ralo mingau, por estar sentado à mesa com o indivíduo que incriminara, mas apenas estaria livrando-o do sofrimento de viver - se é que poderia dizer que era uma vida - dessa maneira controlada.

Mal termino de comer o rançoso prato e quatro integrantes da Polícia do Pensamento adentram com passos firmes a cantina, vindo em minha direção.

- Acabou, fui pensar e agi errado. É o fim.

Porém, os quatro "elementos da justiça" seguram meu colega de sala pelos braços e o levam, desaparecendo pelas portas duplas e vermelhas. A culpa me consome, quase me levando ao ato de estender o braço para impedir tal injustiça causada por mim.



No dia seguinte, novamente com frio e faminto, recebo tal mensagem:


"Dados do Grande Irmão foram subtraídos por um gatuno que tentara obter resgate de tais dados. O suspeito já fora capturado e se considerou culpado por trair a filosofia do Partido e ao Grande Irmão"


Pelo visto, nada mudou.




2017


Pelo visto, nada mudou.
Mas por aqui teremos a liberdade de contar sobre isso.




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Foi bom enquanto durou...



Nada dura pra sempre, nem a Zoeyra™. O tempo passa e vemos que preparar um material minimamente indecente pra vocês dá muito trabalho.

Não é fácil mandar bala todo dia nessa lyxeyra e trabalhar, cuidar da família e ainda participar do caos que costumamos causar.


Nossa primeira Zoeyra com a Maçã da Epifania™.


Sabe quando você olha pro que você está fazendo e percebe que fez demais, que trabalhou muito e a tarefa fora realizada com sucesso? Acho que há um tempo completamos nossa missão, duas vezes.
Começamos procurando o MalcriadoRJ, pois o mesmo incitara a revolta e empurrou A Jangada primeiro, e navegar até um porto seguro onde poderíamos expor nossas opiniões e não sermos julgados por tê-las. E aí sumiu, e voltou de novo, e sumiu de novo....



Depois iniciamos a Cruzadja™, onde lutamos bravamente contra o Gólgoda e seu reinado maligno no Reino da Gizmodia. Conseguimos derrotar o dragão e salvar a princesa??? sermos finalmente ouvidos em nossa terra natal.


Migramos para o MeioBit, onde tudo era (meio) compatível com o que a gente pensava e onde as pessoas possuíam... humor! Puta merda, era foda freqüentar um site onde ninguém tinha alma. E até rolou uma batalha aérea com a Nossa Queryda Goyaba™.




Bem pessoal, sem mais delongas, vamos anunciar o fim do ordemdazoeyra.blogspot.com.br e jogar uma pá de cal nele, pois já cumprimos o que devíamos com ele.




E vamos anunciar o www.ordemdazoeira.com.br (é, com "i" mesmo cazzo...) está finalmente no ar, e continua a ser o mesmo lyxo que vocês sempre mereceram!

Bora lá que o Disqus já está funcionando...



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Dropcotas



Serya relevante a dyversydade racyal num servyço de nuvem? Farya dyferença ter mais chyneses com suas receytas de flango ou o pessoal do gueto guardando suas imagens de traseyros em servydores por aý?


E funcyonários? Qual serya a dyferença?

Uma pesquisa feyta pela CayCaixa™ (Dropbox, para os não-ýntimos) mostra que o número de funcyonáryos negros (2%) e hyspânicos (5%) cresceu no últymo ano. E de mulheres também, que passam os 30% dos empregados.

"Sabemos que temos de fazer melhor, nossa meta é contynuar o aumento do número de mulheres e de mynoryas subrrepresentadas..." dyzem o CEO do Dropbox, Drew Houston e a Chefe Global para Dyversydade Judith Michell, como se fossem salvar as espécyes em extynção, como os albynos, apenas por trabalharem no Dropbox.


Salvem os albinos da extinção! Contrate seu albino AGORA!

73% dos cargos de lyderança na empresa são ocupados por brancos, e não-sey-por-quê querem dystrybuyr melhor esse typo de funções com as mynoryas (onde apenas 2% seryam negros e hyspânicos) e entre os sexos.

Mas agora me dygam: haverya dyferença real por exemplo entre um funcyonáryo negro e um caucasyânus?
Efycyêncya? Auto-estyma? Pensar fora da cayxa? Acho que qualquer um serya capaz de executar esse typo de tarefa se for competente o sufycyente para fazê-lo.


"ODZ Enterpryses Jamal falando... alô, alô?"

É um cotysmo escamoteado sob uma camada de corporatyvysmo, pra justamente DAR EMPREGO À UMA MULHER. É hypocrisya pensar na babaquyce da "dývida hystóryca", querer dar ygualdade aos sexos e como fazer parecer normal ter de aceytar forçadamente um asyátyco no meyo de um monte de branquelo desbotado só porque os mesmos branquelos querem parecer bonzynhos ante às "minoryas yndefesas".


Típyca propaganda Polytycamente Escrorreta feat. Marquynho Zycaberga Cover, Jet Ly Cover e Hélyo de La Peña Cover.

Mas nos U.S. and A. o pensamento da população é dyferente: são xenófobos por natureza. Por ysso desse esforço de "remar contra a maré" das empresas em yncluyr mynoryas em seu quadro de funcyonáryos, mesmo que não sejam competentes para desempenhar a função.
Parece mays preocupação em uma "possývel revolta das mynoryas" do que ajudar outras pessoas.





Esse negócio de Cotas já passou um pouco dos lymytes por lá. Quem puder executar um servyço, passar em provas e se o empregador se mostrar justo com as capacydades do candidato, fodam-se as cotas!
Elas servem para promover a ynclusão de pessoas com dyfyculdades reays em conseguyr ser ynclusas em trabalhos, só.

Mas ysso não pára todo mundo, não é?


Push me... ultyl Y get my... satysfactyon....

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Desarmado até os dentes



A Segunda Emenda norte-americana garante o direito de possuir armas, o que na mão de qualquer white trash é de resultado desastroso.


"Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido."

Uma frase que pode possuir interpretações diferentes (como as milícias sendo o exército ou um grupo de Charles Bronsons fazendo justiça com as próprias mão), alvo de inúmeras reviravoltas judiciais (como a proibição de possuir uma pistola em Washington, que fora considerada inconstitucional) que o pessoal do Texas A-D-O-R-A e vai até ao banco com o revorvão no coldre.

Se está na Constituição de um país, deveria ser um assunto não discutível. Mas no caso, é, e muito.
Creio ser apenas uma opinião retrógrada que se solidificou na cultura de uma nação;

O norte-americano médio possui a fama de "ignorante" com uma certa razão: apenas enxerga o próprio umbigo e o que lhe convém (conhecem algum povo assim? Ligeiramente parecido?).
Se ele quer defender sua família com uma arma, ele pode e tem o direito. Se quiser abrir a porta de casa com uma arma, pode. Vai caçar e dar um rifle pro seu filho de três anos, totalmente plausível.
Vai escrever textão de ódio aos hamsters do Islã e pode sair por aí, com sua Desert Eagle pra "estar pronto" caso haja alguma ameaça à sua querida `Murica, pode.


"Ready to react! I`ll give you M-16 seconds to run through my trailer`s fence!"

A imagem acima mostra que o povo norte-americano está muito bem preparado pra possuir armas, só que não.
Com o respaldo da Constituição, qualquer (praticamente qualquer) retardado com vontade de amaciar um bife com chumbo, pode adquirir armamento e muitas vezes de calibre que nem o nosso injustiçado Exército Brasileiro possui, fazendo o papel de Judge Dredd como júri, juiz e carrasco.

E quanto mais interiorano o estado ou sulista (ahhhh, a Guerra da Secessão.... que bagunça foi aquilo... agradeçam à perda do Sul para o Norte, senão eu não estaria aqui escrevendo tanto texto ruim para esse blog lyxo) mais idolatram suas armas, como um objeto sagrado de Liberdade.
Fazer justiça com as próprias mãos então, parece ser seu direito.


"Podem pegar nossas armas, mas não passem do jardim, pois atiramos pra defender nossas propriedades."


Devido às constantes ocorrências psicóticas de alguns mongolóides de pênis nullos, como em Columbine (1999) ou San Bernardino (2015), Barack Obama pretende dificultar a aquisição de armamento por pessoas que não possuem qualificações para tê-las, mas não os impedirá de usá-las para se defender, respeitando a Segunda Emenda tão louvada por seres que possuem desejo sexual em armas e no poder que as mesmas trazem.
Essa atitude faria com que a indústria armamentista (que por sinal lucra mais com guerras do que com a venda ao público) virtualmente tivesse um grande prejuízo no mercado interno, e levaria à uma hecatombe econômica o setor, e a América junto. Por isso da repentina subida de Donald Trump nas pesquisas para a presidência dos EUA.


Cosplay de retardado.



Inclusive, a ignorância quanto ao assunto contamina o setor de segurança mais próximo do povo que há: a polícia.
A força policial por lá, em sua grande maioria, funciona relativamente bem no quesito do cumprimento da lei, e óbvio, armados até os dentes. Mas armas dão poder, e poder corrompe.
Muitos de vocês já assistiram a série Making a Murderer no Netflix, e viram como a lei pode se tornar tão regional, fechada e indiscriminadamente corrupta para defender seus interesses quanto a política da Banânia.


Quem assistiu viu até onde chega o abuso de poder das autoridades por lá.

A polarização de opiniões não é apenas de nossa bananesca e exclusiva propriedade, gringos também são bem 8 ou 8000. Principalmente quando encontram algum "negro suspeito" por aí. Muitas vezes os próprios policiais negros também possuem essa visão idiota de que todo negro pobre é criminoso (nossa, nunca vi isso aqui, nunquinha!) e mandam bala no pessoal.
Esse seria apenas mais um exemplo de que armas dão a sensação de poder, até para quem não está preparado para tê-lo.


O policial Jones a-d-o-r-a um presunto defumado de manhã.

O que mais é revoltante nesse caso todo é: o presidente Obama é uma das pessoas mais coerentes, carismáticas e com bom-senso (se não, o mais) que já botaram os pés na Casa Branca.

Mas os norte-americanos continuam defendendo o contrário, apenas porque mexe com um assunto que, se pensado racionalmente, faz sentido: endurecer as regras para a aquisição de armas de fogo.
Algo que se torna um delicado assunto, pois "tira a liberdade" de uma população muitas vezes psicologicamente despreparada para possuir tamanha responsabilidade.


Suuuuuuper responsáveis....

Traçando um paralelo com o Brasil (creio ser a primeira vez que escrevo esse nome sério aqui no blog). dá pra imaginar que a merda seria de igual ou de maiores proporções do que nos EUA.

Temos aqui um povo numa situação de revolta, crise e descontentamento com o governo, e que há tempos não possui a responsabilidade de administrar uma arma consigo. Como dito anteriormente, a polarização de opinião parece que se tornou regra por aqui. Ser de Direita ou de Esquerda (mesmo esta não existindo efetivamente, são apenas quadrilhas rivais), gostar da Globo ou Record, Corinthians ou São Paulo, denota uma necessidade irracional de tomar partido e pertencer a um lado, simplificando o pensamento lógico. Uma desesperada tentativa de ser alguma coisa via outrem.


Já vi amizades acabarem por causa desse tipo de desinteligência.


Não é um pensamento degenerativo aleatório, baseado em poucos fatos recentes. Acompanho esse tipo de reação desde pequeno e reparo nessa inerente necessidade de torcer pra uma bandeira/idéia/time/vencedor do Big Brother do brasileiro.
Agora imaginem se esse "brasileiro médio", com essa revolta já florescida em seu cerne ganha o direito de portar uma arma por aí. Os frutos não prometem ser muito bons.

Mas não vou tomar uma permissão de utilização de armas de fogo por aqui como de toda ruim. Se a permissão, treinamento obrigatório e o controle forem rígidos o suficiente, creio ser bem aceitável possuir uma arma em casa, com o direito REAL de se defender em e sua propriedade de qualquer maneira, sem as "consequências bizarras" de pagamentos de pensões à famílias de marginais devidamente abatidos em ações ilegais em propriedades privadas (MST, também é com você!).
Talvez até uma permissão de portar no automóvel, após uma campanha educacional bem rígida e incansavelmente transmitida na mídia e desde a idade escolar.





Por quê não acharia uma boa idéia portar uma arma nas ruas daqui?

Infelizmente nós carecemos de disciplina, que é traduzida no "jeitinho brasileiro", e que acabaria como na situação dos que são à favor de se armar até os mamilos no EUA, de resolvendo QUALQUER coisa na bala ou ameaça. É fácil se perder numa discussão besta.





Mesmo assim, não estaríamos preparados para possuir o porte após um longo processo que talvez demorasse uma geração ou mais para começar a funcionar.

É um assunto que nem todas as culturas estão prontas para iniciar uma discussão, pois em muitas delas a situação política, econômica, territorial e até cultural divergem para a mesma questão: a guerra.



E a guerra, a guerra nunca muda. 


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

2015 ainda não acabou




Considerado pelos Especialistas da Internet™, 2015 fora um ânus de merda. Concordo que o período de tempo ruim fechou com a ascensão de Lemmy ao Olimpo, sem falar no B.B. King. Mas não seria muito sensacionalismo só porque ficou pior pra financiar iPhone?


Não. Foi tudo uma bosta mesmo.

A nossa Lymda Crise™ criada por vocês-sabem-quem (foi o povo, não a Dilma, aquele eqüino decapitado com Down), é apenas uma grande, lustrosa, e encaroçada bola de merda que O Culpado™ vem rolando há tempos, com um empurrãozinho do Apoio Cultural de "um partidinho aí". Mas tem um lado bom disso? Claro que tem!

Muita gente saiu do país pra viver de iPhong.

Eu mesmo cogitei fazê-lo (e óbvio que o farei num futuro aí... mas é algo que quero fazer desde criança), mas parei e raciocinei: é puro egoísmo irracional.

Como deseja obter melhoras numa empreitada fugindo da tarefa? Eis o que muito fizeram, bradando que o "povo que fica" iria entrar em conflitos, pegar às armas e retomar o país na base da guerra civil. Mas conhecemos o brasileiro, molenga pra correr atrás do que parece dar trabalho (e do trabalho!), imaginem se iriam pra guerra, principalmente fraquejando em cobrar seus direitos (com manifestações dignas de volume para ser ouvidos).
Os "melhores" deixariam a pátria achando que uma horda de ineptos herdariam o que restasse do país. ESSE é o pior comportamento que poderíamos ter pra resolver um problema: fugir.
Mas não impressiona o povo que foge do trabalho e tira vantagem de qualquer situação sair correndo.

Apenas um efeito colateral da anencefalia.

De tão superiores, batalham em suas mentes pré condicionadas para aceitar lavar pratos e trabalhar na construção civil, trabalhos que até então achavam indignos para "pessoas de bem". Típico dos Banânios. E esse é que se torna o lado bom da coisa: filtro (mesmo que em quantidade mínima) para hipocrisia.

Essa é uma visão generalizada de muitos "fugindo da guerra" por aqui (não é regra, vai quem quer também). Tudo em nome do egoísmo e comodismo como ouvi muito por aí. De quem vai e de quem fica, já que "é só trocar carne por frango" e "tomar banho frio" pra economizar e conseguir sobreviver mais. Tantos anos de evolução e ciência pra quê?

Mas aviso: não é regra!

Aí vem os panacas falando mal da educação. Mas é aí que se fodem, pois educação se dá em casa, conhecimento (além de ser ensinado também em casa por pais conscientes) é na escola.

Tradicional condomínio de Classe Média brasileira pra quem saiu do país pra fugir do Molusco Papão™.

Mas lá fora também tivemos um ânus conturbado e de merda. Principalmente por causa de duas poluições: a ambiental e a religiosa.

A poluição chegou a um ponto que suas conseqüências se tornaram irreversíveis e serão extremamente danosas à humanidade, principalmente em países com baixo IDH (Índice de Deficiênciamentel Humana).
Nossa Lymda Amiguynha China™ é um exemplo de descaso e de como uma cultura minimamente organizada e minimamente interessada em solucionar um revés age em uma situação de emergência.
Agora no final de 2015, uma névoa tijolar surgiu novamente na China. mas a situação tava tão preta que suspenderam aulas, atividades físicas e flitar pastel.
Qual a fantástica solução? Importar ar enlatado do Canadá!


Sinto muito MeioBit, não há imagem melhor para exprimir o ato.

Eis que pensamos ter de resolver só os pepinos econômicos (há uns anos uma crisezinha financeira básica assola o planeta, vide: China) e de poluição (gerada massivamente desde a Revolução Industrial até agora), vem um grupozinho de maluco barbado matando de torto à direito em nome de um fantasma que quase não se pode falar o nome à toa, imagine mostrar a cara do infeliz.

Já não basta os filhos de uma puta acharem ruim dos outros não obedecerem as regras imbecis que impõem ao povo do Oriente Médio, África e alguns lugares na Ásia? O resto do mundo tem de pagar por não concordar?
Fodam-se se foram explorados por causa do petróleo, é só destruírem todas os poços em seu território e instaurar o caos sem ter de ficar se explodindo (os caras se matam por bosta!). Mas é CLARO que JAMAIS fariam isso, já que dinheiro é o que move o mundo desde tempos imemoriais. Bando de hipócritas, assim como todos os "grandes" de todas outras religiões.

Onze de Setembro feelings. Paris sofre vários ataques terroristas coordenados em novembro de 2015 após um ano e meio de migração Síria, Tunísia, Turquia e vários outros países muçulmanos à Europa. De certo a coisa não estava boa por quê? Por causa de ditaduras religiosas/militares que fizeram tanta merda ao ponto de sua população inteira querer fugir, mesmo se arriscando a morrer no caminho. É só mais um detalhe pra melar mais ainda um ano que foi ruim pra caralho.


E no meio dos coitados fodidos, vieram profissionais na Fina Arte do Suicídio™.


Em suma: brasileiro é um povinho merda e mostrou mais uma vez isso, não importa onde esteja; fodemos com o planeta de uma forma lazarenta e a religião novamente vai foder tudo DE NOVO.

Feliz ano novo..... mesmo?

Estas foram opiniões pessoais deste ano morfético que passou, como se terminando o Ano Fiscal mudasse alguma coisa na cabeça das pessoas e no bolsos de nossos "governantes". Quero que sejam livres para se expressarem e também por que não citar, algum momento que tenha sido bom no período, já que não consegui enxergar nada de relevante e bom.

Agora é só o ano começar de verdade na Banânia após o Carnaval.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Politicamente preconceituoso





Atenção:

Não queremos ofender ninguém, tentaremos ser justos com um ponto de vista próprio. Riam das piadas, apenas queremos gerar uma discussão e agregar conhecimento sem hipocrisia politicamente correta.



Sabe essa onde bizarra de politicamente correto, onde tudo é ofensivo e preconceituoso e só podemos nos comunicar como Teletubbies? Só faz piorar preconceitos.


O que basicamente gera o preconceito? A diferença.
O ser humano tem essa predisposição em rejeitar o que é diferente, a não ser que seja muito confortável para ele. E é isso que as "inclusões politicamente corretas" fazem: geram mais preconceito.
Por quê o sistema de cotas para outras "raças" é injusto? São humanos também e perfeitamente capazes. Dinheiro não define se você é inteligente ou esforçado, pode no máximo abrir portas e acesso ao conhecimento. Essas cotas apenas aumentam essa diferenciação e é realimentador do racismo.



E as ações para diminuir preconceito racial? Quanto mais delas, mais diferentes tornamos os alvos dessas campanhas, pra fazê-los sentirem-se "especiais". Se você é um negro, índio, pigmeu ou afins, a última coisa que você quer é ser tratado como um retardado e um coitado.
SALVO deficientes, pois são pessoas capazes de exercer profissões, apenas necessitam DE VERDADE de um empurrãozinho (não me contive) de vez em quando. Isso que é justo.

Típico funcionário do Gizmodo, mas sem cotas.

 O caso dos homossexuais, transgêneros e afins é um pouco mais delicado (e saltitante!). Pra falar a verdade é mais complexo do que ser aceito. Muitos não enxergam o mundo da mesma maneira, pois foram vítimas de abusos, chacotas ou até mesmo ignorados pelos pais por serem ou escolherem (sim, pode-se escolher ser homossexual) serem assim.

Idem para o feminismo.

Ainda há, obviamente uma diferenciação em alguns pontos principalmente profissionais quanto às mulheres. Se mostram capazes de exercer praticamente todas as funções que são desenvolvidas por homens, (algumas que envolvem esforço físico extremo de vez em quando, e fazer sushis).
Realmente há comprovadamente relatos de ganhos menores, falta de respeito e abusos nesse ambiente, e é isso que deveriam focar "a luta", não pra jogar futebol sem camisa e matar no peito. Essas radicais é que mais querem ser diferente do que são, quase uma vontade transgênera.

As características físicas e psicológicas são diferentes, portanto o ponto de vista entre os gêneros sempre serão diferentes. Igualdade é impossível, mas convivência é. E se fosse impossível, não nasceria mais ninguém e a humanidade já teria acabado há eras. Aqui o ponto é o respeito mútuo.

Sério, é necessário isso?


Os extremismos também tomam conta de todos os gêneros, "raças" e preferências de toda sorte, para melhorar mais ainda a situação do preconceito.

Uma vez conheci um grupo de Gayzistas: Nazistas Gays. (bônus por morar em Campinas)
Aí que fiquei encucado. Utilizando da lógica, eles deveriam exterminar todos os outros gays e depois se matar, certo? Errado. A verdade é que queriam acabar com o heterossexualismo para sempre.
Me corrijam se eu estiver errado: a reprodução humana apenas acontece entre gêneros, inclusive artificialmente. A maior parte do mundo é hétero.
Creio que a raiva de: ter sido torturado por viver num mundo hétero é insuportável/não conseguir um namorado hétero/ser revoltadamente afetados mesmo, deva ser enorme pra querer simplesmente destruir o mundo como conhecemos.


O racismo contra brancos, existe! Vá nos EUA, sendo branquelinho e entrando no ghetto. Se transformará numa peneira automaticamente. Isso vem da revolta contra toda a resistência em aceitar aqueles que foram escravizados por lá. São xenófobos por natureza.
E os albinos na África? Comem seus pedaços para dar sorte. Por quê? Porque são diferentes e vistos como animais mágicos (unicórnios africanos).

Kwame, o jantar está quase pronto.

Mas voltando ao assunto, diferenciar tudo o que achamos diferente pode parecer engraçado, e às vezes dignos de umas piadinhas malvadas, mas sem exagero é algo inerente a nós. Não podemos fugir de nossa natureza maldosa, destrutiva e preconceituosa, é muitas vezes um sistema de "defesa inconsciente" para afastar o que achamos ameaçadores a nosso ambiente.

Portanto, levo tudo numa boa. Faço piadas, mas não desejei que alguém morra ou sofra com isso, e quem não souber conviver com o próprio escárnio, que volte pra casa da mamãe e pro seu Quik de morango. Apenas uso bom senso.

Estão transformando a riqueza plural da humanidade numa ameaça, produzindo uma horda de coitados.

Vou aceitar QUASE todo tipo de comentários, serei nazista nesse ponto, pois ser Politicamente Escrorreto é uma coisa, ter respeito é outra.



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A burrice reinante da MPB


Se você um dia ouviu alguma "música" na rádio e pensou "que merda eu acabei de ouvir?", esse texto é pra você, e foi escrito por Régis Tadeu, critico musical, colunista, produtor e apresentador. O texto será reproduzido na integra.

Infelizmente, a constatação é óbvia: nunca vivemos em uma época em que a música popular brasileira realmente popular apresentasse um grau de burrice tão grande como nos dias atuais. A impressão generalizada é que há algum tipo de pacto de estupidez entre gente que se diz “artista” e uma imensa manada de pessoas que transformaram a palavra “platéia” em sinônimo de agrupamento
de retardados.

Imagem meramente ilustrativa.

A falta de capacidade cognitiva da grande maioria de brasileiros que consome música no Brasil gera uma total incompreensão sobre o significado poético de canções que ainda insistem em trazer letras que necessitem de uma capacidade cerebral superior a de um peixe para que possam ser apreciadas. Para esta geração, as canções de caras como Lenine, Ney Matogrosso e Gilberto Gil soam como tratados de Física Quântica musicados.


"Nunca vi rastro de cobra nem couro de lobisomem" Matogrosso, Ney.


Hoje, é cada vez maior a dificuldade de prender a atenção destes milhões de verdadeiros “bagres”. Isso explica porque o sertanejo chamado de “universitário” e o funk imbecilizante se tornaram as novas coqueluches dentro do mercado nacional. E quando escrevo “mercado”, nem me passa pela cabeça algo que se relacione com venda de discos, já que hoje também vivemos em tempos em que tudo pode ser pego “de grátis” na internet. Estes dois estilos musicais encontraram um público perfeito, desprovido de qualquer sinal de sensibilidade poética, para quem o importante é “beijar muito na balada”.

Típicos "funqueiros" pegadores.


Para quem achava que a “axé music” era o fundo do poço, trataram de cavar mais um pouco para checar a uma camada de “pré-sal da estupidez”. Hoje somos o país do “tche tche rerê tetê barabará bereberê”, do “vem novinha sentar no meu colo” e de outras merdas do gênero.

Latino exemplo clássico de "outras merdas do gênero".


A total falta de capacidade cerebral deste público foi tornada explícita recentemente com a tal polêmica a respeito do que o Zeca Camargo disse e, principalmente, no apoio que a iniciativa dos pais do falecido Cristiano Araújo – que, sabe-se lá por quê, resolveram processar o apresentador da Globo – vem recebendo por parte deste mesmo público retardado que citei anteriormente. Quase ninguém realmente entendeu o que o Zeca falou.

Não existe mais o vídeo original só achei essa merda aqui. Foda-se

Neste exato momento, você deve se perguntar “Regis, por que você está escrevendo isto?” e a minha resposta é simples: porque estou cada vez mais preocupado em ver que um imenso rebanho de gente descerebrada está cerceando o direito de pensar de maneira diferente do senso comum imbecilizado.

Senso comum... quer dizer, Imagem "meramente" ilustrativa 2


Porque já saquei que fãs deixaram de ser apenas idiotas comuns para se tornarem censores imbecis. Porque já percebi que programas de TV se tornaram um imenso painel de cretinice para buscar a audiência desta imensa turma de bucéfalos, com a cumplicidade medrosa de atores, atrizes, cantores, cantoras e músicos em geral, que se escondem atrás de discursos e elogios mentirosos para não desagradar a verdadeira horda de mentecaptos que os assistem e consomem seus produtos.

Painel de cretinice ?


Sim, este é um texto de um sujeito velho, ranheta e cada vez mais intolerante com o estado de coisas no Brasil, que ainda não se cansou de tentar elevar a voz para condenar o emburrecimento coletivo que assola o nosso País. Faço isso porque sei que uma Nação repleta de ignorantes é o prato cheio para a desgraça. Foi assim que surgiu o nazismo e o tal Estado Islâmico: repita uma mentira dez milhões de vezes para um ignorante e ela se tornará uma verdade para ele.

Pense nisto...

O texto original pode ser encontrado aqui.


EDIT: