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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Apple Pippin


E toca a gente fazer a Lymda Pixuleca™ passar vergonha após um evento Mágico™ e com ares de Revolução™!
Apresento-lhes, o falido Pippin!


Em 1995 a Graviola do Cântico Sagrado™ lançou em parceria com a Bandai, um console com incríveis 18 (eu disse DEZOOOOOITOOOO....) jogos, baseado no Mac OS com processador Power PC de 66Mhz e memória atualizável para até Mágicos™ 16 MB, e instalado um Fabuloso™ modem de 14.400kbps, navegável via um Lymdo Trackball™ no MEIO DO CONTROLE. Tudo isso por apenas $599,99!


Ô coisa Lymda. Só perde pro Zeebo...

A idéia principal da Apple era manter o desenvolvimento dos jogos/aplicações para o console abertos, pois era apenas uma maneira de alavancar as vendas dos MacIntoshes na época. 
Tudo começa em 1993 com a Bandai miniaturizando um Mac pra rodar jogos via CD-ROM. Uma pesquisa feita na época pela japonesa indicava que o público desejava ter conexão com a Internet via um console, o que ocasionou na adoção do modem.


Veja os acessórios que o Pippin poderia ter:

   - AppleJack controller;
   - AppleJack Wireless (IR) controller;
   - Applebag Tickler vibrating controller (HUMMMMMM....);
   - AppleBlaster Light Gun;
   - Pimp my Pippin;  
   - Pippin keyboard com digitalizador;
   - Pippin Modems (14.4, 28.8, 33.6 kbit/s);
   - Dildo XXL for Pippin;  
   - Pippin Floppy Dock;
   - Pippin MO 256 MB optical disk;
   - Pippin ADB adapter (pra conectar dispositivos Macintosh no Pippin);
   - Pippin to Macintosh (ADB) adapter (pra conectar num Mágico™ Macintosh);
   - Segura no meu Pippin e balança.

Já viu um Pippin por trás?
Como a Prodigiosa Mallus™ quis licenciar o console, outros fabricariam o resto do hardware (periféricos como o modem, controles, o case...), aí entra a Mitsubishi e a Mad Katz pra consumarem o fato. Mesmo assim, foi um fracasso.
A Bandai investiu uma grana enorme (Apple safadeenha...) e não obteve retorno, pois os consoles da época (Saturn, N64 e depois o Pleistexo) valiam mais a pena do que o valor cobrado pelo Pippin. Uma ação em um hotel na Europa até tentou popularizar o console, distribuindo pelos quartos para a navegação na Internet.

 
Maçã Zoeyra™
Aí que em 1997, com o advento do estrondoso sucesso do Pleistexo, o Pippin falece e cai no esquecimento do mundo gamer, cobiçado apenas por pedófilos pederastas que moram com a mãe colecionadores de consolos consoles.

Já enterrou seu Pippin hoje?



sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Gang do Lixo


Já comeram hoje? Se não, peguem seus sanduíches com bastante maionese e recheio indefinido, pois mostraremos algo deliciosamente asqueroso e que fez parte da infância de muita gente por aqui!
Nada mais apropriado para um Blog Lixo™!


Essa molecada nojenta era um puta sucesso no final dos anos 80/começo dos 90 por aqui, e pra não falar, uma puta Zoeyra™ com aquelas bonequinhas desgraçadas de assustar todo o Satanásio™: as Repolhinho!

Foi meu sonho de consumo por três dias, até Sua Mãe™ se cansar de tanto sexo e me comprar o álbum...
Álbum cobiçado por todos, foi um sucesso no país inteiro. Se viam figurinhas grudadas em todo lugar, em orelhões (quiéisso?), caixas de correios (as mailboxes do email), no cachorro, na careca do vovô, no ônibus, na Sua Mãe™....
Tchurminha nojenta que abusava de trocadilhos infames com seus nomes, como Décio Ralo, ou Rita Ruga, extremamente gráfica (ô termo gringo pegando aqui....) e polêmica, pois não parecia ser nada recomendada pra garotada (Cigarrinhos de chocolate Pan, sei...) pela violência de muitas figuras.
Lembro de nem poder levar pra escola...


Criados pelo cartunista ganhador do Prêmio Pullitzer em 1992, Art Spielgeman (amigão do Will Eisner), os Garbage Pail Kids foram imediatamente bem aceitos nos EUA em 1985, e por lá também geraram muito quiprocó quanto ao conteúdo bizarro apresentado, e foram processados por se parecer demais com a origem da paródia, os Cabbage Patch Kids (aqui na Banânia, Repolhinho), e em 1988 foram obrigados a mudar o visual.
                 




                                        

Genial demais (clique para abrir as imagens e vomitar)


Não só de figurinhas viveu a Gang do Lixo. Um filme lançado em 1987 também foi produzido, para Deleite Derramado do fãs (não pude resistir...) fora também indicado para o Framboesa de Ouro por "Pior Estréia", "Pior Trilha Sonora", "Piores efeitos especiais" e "Pior Filme" no Prêmio Stinker de Piores Filmes.


E também ocorreu (e, ocorreu mesmo, porque me parece ser tão ruim quanto o filme...) um desenho animado com TREZE episódios dos Garbage Pail Kids, com uma dubladora que fez até trabalhos no jogo Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Family Guy, Futurama e na animação original dos X-Men.


Ainda há um filme (sem sinopse ainda) sendo produzido (também sem data para o lançamento). Mas sinceramente, fico com as porcarias originais, pois são bem mais interessantes do que essas merdas vintage-hipster ressuscitadas hoje em dia.


Se alguém tiver algo mais pra acrescentar, vá ao banheiro...



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Full Throttle


Quem teve a adolescência/infância regada à computador nos anos 90 obviamente jogou o clássico da Lucas Arts (ahhh, Lucas Arts...). Quem não teve figura paterna, se espelhe na grosseria do protagonista, porque isso é jogo de macho.

Animação interativa com história baseada no Biker`s Pride e na tirania corporativa. Detalhe, não vou considerar nada como spoiler, porque mesmo conhecendo a trama, joguei três vezes e gostei de cada uma delas (DOS Box me chama NOVAMENTE....).

Até hoje acho um jogo bonitão...
O protagonista é Ben (Whatsisname) líder dos Polecats, gangue de motoqueiros (não motociclistas...) num mundo pós apocalíptico com a cara de Mad Max, que acaba por se relacionar com um velho (Malcolm Corley) que "atropela" na estrada e o descobre como ex-motoqueiro e dono da Corley Motors, a maior e a última fabricante de motos custom que já se viu.

O véio já foi da pá virada.
O vice-presidente da Corley Motors, Adrian Ripburguer (dublado por: Mark Hamill - se você não sabe quem é, MORRA!) contrata os Polecats para fazer a segurança do presidente da empresa (após Ben se foder numa emboscada e ser convencido docilmente) na reunião dos investidores. Mas sozinho e pra trás, corre contra o tempo pra impedir os planos de Ripburguer.
No meio do vasto deserto (que é paisagem o tempo todo), encontra Maureen, mecânica que o auxilia na jornada.

O nome dela é Maureen
Ben não consegue chegar a tempo, e antes de morrer, o velho lhe revela os planos do vice-presidente de transformar a Corley Motors em uma fábrica de vans e que sua filha, revelada sendo Maureen, é a única herdeira da empresa. Aí é que começa a porradaria.

Soco.
Vários personagens memoráveis surgem no caminho, como o dono do salloon e o padre motoqueiro, pra ajudar, ou atrapalhar a cruzada do herói em recuperar a honra da última manufatura de seu motivo de viver: motos badass.



Pra variar, há desentendimentos entre Ben e Maureen, se resolvem, o vilão se fode, salvam os Polecats, a princesa, o Mario, Sua Mãe™ (e todo mundo fica feliz pra caralho).
Todos no enterro do velho para homenagear o trabalho de uma vida e comemorar o estilo de vida de muitos.


Tudo regado ao Rock`n`Roll da banda The Gone Jackals (cuja primeira música até hoje acho uma das melhores) e da Cavalgada das Valquírias, de Wagner.
Quem não o conhecer, joguem-no, pois é a A Experiência no estilo e nostalgia pura pra quem cresceu sonhando com kits multimídia e um IBM Aptiva.

BORN BAD!